Quando se pensava ser impossivel...
A TVI volta a mostrar aos portugueses que a TV versão TVI tem sempre mais um hipótese para chafurdar ainda mais na lama onde se encontra. Falo claro do "novo" Jornal Nacional.
Essa referência do jornalismo português, por onde já passaram pérolas como o menino que queria conhecer Matorras, ou a sempre mítica notícia de abertura do pontapé de Marco a Sónia.
Nos últimos anos a face vísivel deste atentado era Maneula Moura Guedes. De uma presunção insuportável, com aquela sua mania de comentar tudo como se fosse dona da razão, toda a sua postura "olhem para mim eu sou a Manuela Moura Guedes, eu cantei o "foram cardos, foram rosas", mas faço por que as pessoas se esqueçam disso porque isso não é digno de uma pessoa tão inteligente e culta e selecta como eu".
Entretando depois da entrada da Prisa na sociedade, Manuela anuncia o seu abandono, nesse momento o Portugal televisivo encheu-se de luto ou de alegria, conforme se acha que o 24H é um jornal de referência ou não.
Mas é aí que tudo começa. Manuela é substituída por uma cópia dela mesmo, mas com menos vinte anos, e sem vontade própria, ou qualquer jeito para ler um teleponto. E por um "jornalista", com aspecto de dirigente de uma qualquer "jota" de centro direita/direita, que ainda consegue ser pior que a sua colega na leitura do teleponto. Erros atrás de erros, hesitações até meter dó. Se já era um suplício assistir a esse "jornal", agora é simplesmente intragável.
Volta Manuela, estás perdoada.
E viva a televisão portuguesa generalista e a sua enorme qualidade. E depois ainda se queixam que passo demasiado tempo no computador...
Sugestão para hoje, e porque sabe e vai sempre saber bem ouvir, peguem naquela rodela que diz Funeral e metam-na no leitor de Cd. Oiçam e convertam-se à melhor banda dos últimos anos.

2 Comments:
A Manuela é uma grande profissional! Seu prepotente! :P
Eu não ponho em causa o profissionalismo da senhora. Agora o seu talento para apresentar Telejornais é tanto como o meu para tocar guitarra
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